domingo, 14 de outubro de 2007
Eterna, chuva.
A chuva vai cai, molha sem se preocupar se tem problemas com isso, se vai inundar uma cidade, ou estragar a noite de alguém. Cai porque cai. Não se importa se é ou nao domingo, ou se eu acabei de comer pizza e vou explodir. Muito menos se importa que ela me ajuda a relembrar tudo, a pensar mais, e a sentir saudades do que nem foi embora ainda. Abraços de desesperos, olhares de fugas e lagrimas de inocência. Ninguém ta preparado ainda, eu aprendi a me apegar e a depender das pessoas mais importantes da minha vida. Risadas e conversas que a gente nao imagina ter fim, talvez porque nao tenha, ou talvez por medo que realmente acabe. Então paro por um segundo, e te olho de novo. Passa pela minha cabeça mil coisas e como seria se eu desistisse, largase tudo por ti, por voces. Não me deixem, nunca. Eu nao existo, nao sei me ser sem voces comigo. Quero te abraçar forte, te jurar amor eterno, e te dizer que isso nunca vai acabar, que tudo o que aprendi contigo é meu, que o que passamos é nosso, que o que temos nunca se perderá. Tenho medo, tenho frio, tenho medo, e medo. Vai comigo pra onde eu for, venham todas. A chuva aumenta um pouco então, e ela vai cair em qualquer canto, e ela nao se importa, porque não vale a pena. Tudo se vai, um pouco demais, e o tempo cuida de mim, e me diz "calma minha pequena, me compreenda que estarei contigo, e cuidarei de ti." Debochado.
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