quarta-feira, 3 de outubro de 2007
Se quer, pensarei.
E logo, tudo vai embora. Lento demais, mas tanto que rápido. As vezes eu que peço demais. As vezes, sempre pedi. Não importa. Um medo que vai de aproximação aos desejos, encantos, pensamentos. Pensamentos únicos, e só meus. Complico, chamo então de amor. Mas do meu jeito de amar, talvez não com o amor infinito de casais perdidos, mas o amor inexplicável de simplismente nao poder mais te perder, de exigir mais que imaginas ser suficiente, ou somente, de te ter, e comigo. Me precipito, e julgo nossas atitudes nao condizentes. Melhores, existem, mas não me interesso pelos que não se distraem ouvindo meu cotidiano monótono. Minha rotina pede bagunça, insatisfação, e raiva de não ser como eu quero. Te amo porque te amo. Ou porque nem te amo. Por não te amar, me garanto, e sei que talvez não seja só isso. Obrigada pelas memórias, elas vão onde eu for, logo que eu for. Mas não se preocupe, não assim tão logo.
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